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sábado, 26 de dezembro de 2009

Devo ter empurrado o papa na missa do galo...




Que "colocar chiclete na cruz" que nada. Nem "limpar o prato de macarronada com o santo sudário". Menos ainda "cuspir no prato da santa ceia". Agora a onda é "empurrar o papa na missa do galo"!




Também pode ser "rasgar a foto do papa em cadeia televisiva". A cantora Sinead O'Connor além de perturbar o vaticano com tal fato, exige a renúncia do papa Bento 16. Que renuncie pelo silêncio dos padres pedófilos da Irlanda, que teve dois relatórios que denunciavam os crimes. (clique aqui para a matéria)
Curioso é perceber que a cantora saiu das paradas de sucesso rapidamente após ter rasgado a foto do papa da época, João Paulo II. E não foi por incompetência artística.


Agora, curiosamente também, Susanna Maiolo (a mulher que empurrou o Seu Bentinho na missa do galo) de repente é internada, em questão de um dia, numa clínica psiquiátrica. E depois tem sua casa revistada.

Afinal, ela só devia estar precisando de tratamentos psiquiátricos. Não no sentido de que ela empurrou um poder religioso, mas sim por não imaginar o que o Vaticano poderia fazer com ela. Com a vida dela. Duvido que ela consiga abandonar clínicas psiquiátricas algum dia.


Planejar algo durante dois anos não me parece um pensamento instável mas sim um... planejamento! Mas pronto. É histérica. Louca. Insana. Vai clonazepam! Alprazolam! Só não deixem ela em condições de falar algo.

Convido a todos a executarem atitudes insanas. Afinal, temos mais loucos do que médicos.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

O belo início do natal em família

Sim, eu sei. Há quanto tempo!

Mas natal é sempre uma data muito harmoniosa e rica para se falar.
Esse ano, meu estudo observou até agora três fases do natal em família. A primeira, a viagem.
A viagem é geralmente feita por dois ou mais indivíduos. Se você viajar na véspera, pode estranhar ao ver um carro com uma pessoa só. Pode considerá-lo um infeliz solitário ou um belo sortudo, dependendo da situação dentro do seu carro.

A segunda é o quanto todo mundo é bom e feliz.

A terceira, algum retardado (pode ser você mesmo) comenta as dificuldades que anda tendo. Sem nenhuma pretensão. E daí todos comentam como já estiveram em situação pior, e como a pessoa está sendo infantil e imaturo por reclamar. Obrigad@, família! - diz @ retardad@

O pior do ciclo do peru de natal ainda está pra chegar.
Os perus ainda nem chegaram a ser atropelados.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Aumenta a saia, ponha espartillho e vista teu sutiã queimado.


Post sobre uma notícia que vi hoje, apesar de ter ocorrido na quinta-feira da semana passada.

Uma estudante de certa universidade foi agredida e perseguida por vários estudantes dentro da universidade. Ela estava de mini-saia.
Não sei o pior é o fato da agressão ou se são os comentários que vi no jornal da noite. Um senhor diz "eles devem ter algum problema pra não gostar de ver menina com mini-saia". Um estudante disse "Ela estava com trajes de garota de programa". Em notícias pela internet, coisas do tipo "ela sabia que não poderia vir pra universidade daquele jeito pois é um ambiente educacional".

Não vamos pensar na grande lacuna da justificação roupas/ambiente educacional para o ocorrido, e sim nas reações - além de muitos comentários serem agressivos, pra não dizer primatas.

Se ela estava vestida como uma garota de programa e desencadeou essas reações, então uma prostituta merece ser xingada e humilhada em público, ou em um lugar que ela pertence? Ora essa, ela é uma afronta para a moral de bons costumes de muitos estudantes e para a constituição da família mesmo, não é!? Por isso ela deve sofrer as consequências, como se não tivesse sentimentos ou se tivesse uma vida muito boa mesmo. Aliás, esse tipo de gente não tem sentimentos, angústias, história ou cultura. É um vibrador. Ops, protótipo de vagina estimulante.

Se os estudantes estavam com problema por não gostar de mulheres de mini-saias devem ser todos uns gays fedidos mesmo. Doentes, com desvio de sexualidade.

' Para a estudante de Logística, XXX, "faltou bom senso". "A menina estava vestida como alguém que ia para uma festa". XXX acrescentou que não era preciso humilhar a garota. "Quer gravar um vídeo grava, mas não xinga", completou. ' (Fonte: Matéria do portal Terra)

Nunca vi homens ou mulheres festidos numa festa como se tivessem saído de pijama, tampouco homens ou mulheres vestidos no supermercado como se fosse em um grande evento.

Na verdade, as mulheres devem usar roupas para os outros. E todos os outros, com seu egocentrismo, devem mesmo achar que ela se vestiu para quem está vendo, é lógico! Não por que se sente bem com essa ou aquela roupa.

Voluptuosas ou não, somos afronta à humanidade, com nossos corpos cheios de pecado. Pecamos dia-a-dia por sermos mulheres e por querer levar os puros e inocentes homens para o pecado, fazendo-os desejarem nossos corpos. O desejo direcionado a nós é criado por nós também, por sermos mulheres.

Podemos ser um lapso da his(es)tória, descendentes da mulher que não veio da costela de Adão, e sim criada junto com ele do barro e depois expulsa do paraíso, como conta a história bíblica não-oficial.


Por esse pecado, e também pelo desejo, não somos donas de nossos corpos.


Somos seres dos homens que olham e sentem. Seres feitos para serem olhados, humilhados e xingados, em diversas formas e proporções.

Não somos coisas que sentem. Apenas coisas, pertencentes a todos que olham.

Talvez por causa disso não devêssemos sair de casa.

Escrevi tudo sem minhas anáguas, espartilho, meia calça. E sim confortavelmente de pijama. Tremendo desrespeito. Desculpe-me.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Impasse nas ruas

Alguém já...

... não deu dinheiro pra alguém que pediu na rua e ficou com peso na consciência?

ou

... deu dinheiro pra alguém que pediu na rua, lembrou do negativo no banco e das contas que chegaram e que não tem como pagar, e ficou com peso na consciência?

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Sai um abacaxi completo, Cris!

Um dia eu vou fazer um almoço executivo.

Chego no restaurante por quilo de salto, terninho e maquiagem. Bolsa de couro na mão, celular no ouvido. Na verdade vou ligar pra operadora de celular.

Pego salada e massas (mas bem pouco, porque é elegante e principalmente porque não pago além das possibilidades). Ahn? Nada pra beber não, obrigada.
Sento sozinha em alguma mesa. Fecho meu celular dos anos 90, sem twiter, bluetooth ou coisas do tipo. Como ele é muito simples, coloco devolta na bolsa sem que ninguém perceba o celular, que nem touchscreen tem. Vou achar comum as discussões nas mesas em volta, sobre euros, viagens à Europa, cotação e bolsa de valores.

Depois de uma fila gigantesca para pagar, pago e pego um cafezinho. Sem adoçante nem açúcar. Olho pro relógio e saio.

O único problema é que esse mundo de brainstorms, jobs, commodities, US$, e coisas afins é sempre em bando. Enquanto ninguém topar se fantasiar comigo, vou fazer tudo sozinha mesmo e depois pego meu bilhete único do ônibus.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Atenção aos sinais




Casa semelhante a uma república de estudantes.
No quarto, você tem que tomar cuidado pra não escorregar, tropeçar, cair ou quebrar alguma coisa.
Livros começados e inacabados.
Quando começa a arrumar algumas coisas, você percebe o quão a sua mão se parece com a do Shrek.
Depois de ver suas olheiras no espelho, você decide tomar um banho e dormir.
Na hora de dormir você briga com seus bichos de pelúcia. São muitos e ocupam metade da cama.
Depois que deitou, decide se dar um presente e usar aquele aromatizante de roupas de cama. Quando pega o frasco transparente, percebe que decantou.
Lembra de passar creme hidratante no rosto pra dormir.

Mas não vai ser o creme noturno que vai fazer você nunca ter precisado de tempo pra si mesma, aquele além do da Boticário!

domingo, 26 de julho de 2009

Mulheres e as revistas





Uma revista de moda pra você sentir que precisa tornar seu estilo marcante e refazer o guarda roupa.

Uma revista de saúde para você elencar o que precisa fazer da sua vida.

Uma revista de coisas fúteis pra você relaxar.

Uma revista de corpo pra você achar que nunca vai chegar lá ou que vai ter gastar muito tempo ou dinheiro pra ter um corpão igual ao da capa.

Uma revista de filosofia ou literatura pra você perceber que nunca vai estudar ou ler o suficiente.

Uma revista de casa e decoração pra você se torturar que nunca vai ter a casa dos seus sonhos, ou que vai ter que reformular a casa inteira.

Uma revista de notícias pra se revoltar.

Uma revista sobre relacionamento para você nunca entender o seu. Mesmo.

Uma revista sobre sucesso profissional para ver que tem tanto chão pela frente que parece impossível.

Uma revista sobre filhos, pra se amargurar ou desistir de vez.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

"Curintcha! Curintcha!"

Eles gritam, mas eu quero dormir. Eles jogam garrafas e ficam trêbados, e eu não consigo dormir, daí eles batem o carro, e eu fico agitada e o tempo passa, daí eu fico com fome, daí eu como, e eles bebem mais, e eles gritam e eu quero dormir. Eles jogam garrafas e ficam trêbados, e eu não consigo dormir, daí eles batem o carro, e eu fico agitada e o tempo passa, daí eu fico com fome, daí eu como, e eles bebem mais, e eles gritam e eu quero dormir. Eles jogam garrafas e ficam trêbados, e eu não consigo dormir, daí eles batem o carro, e eu fico agitada e o tempo passa, daí eu fico com fome, daí eu como, e eles bebem mais, e eles gritam e eu quero dormir, depois de muito tempo eu durmo.
Acordo logo depois pra trabalhar, com um grito de torcida no despertador da calçada que ainda tá tocando.

Depois me perguntam porque odeio torcidas. Ainda vou morar em um bairro residencial (mas longe do parque antártica, morumbi ou pacaembu. Perto do juventus tudo bem)

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Talvez eu precise dar um rumo pra vida. Talvez algumas pessoas precisem ser menos ou mais estúpidas. Talvez nesse pique atual informação é o suficiente. Talvez precisemos olhar menos para o passado. Ou idealizar menos o futuro. Ou tentar melhorar a situação atual deconsiderando o passado e sem pretensões?
Devo ou não usar polainas? Casar, mudar de casa, ir até a padaria comprar um café ou ficar coçando o pé?
Só sei de uma coisa. Pensar fede.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Gripe.

Tive uma gripe normal. Passei pela gripe do frango intacta. Tive um resfriadinho suíno. Mas me apaixonei por um cavalo e aderi 'a gripe equina.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Pós-ceia do Natalucho

É passada a ceia. O estômago que não agüentou o pré-ceia volta a comer. O estômago que agüentou a ceia ou está dilatado ou pede por apenas um digestivo - um curador de ressaca, sem eufemismos.
Os quilos a mais ainda estão na balança e não chegaram até seu corpo, pois com tanta comida e sobremesa dá um embrulho se pensar em checar a balança. Aquele que desistiu de medir a tolerância com bebidas alcoólicas (bebe mais quando está com menos paciência) está nos trinques, outros apenas imploram por uma aspirina junto com um remédio pra enjôo.
Essa é o Natal do Natalucho. Natalucho come, come, come. Exclui-se. Aquele movimento de parentes é demais pro seu estômago. E Natalucho pode estar no estômago de muitos.

Passada a ceia, pode-se fingir um pouco de normalidade. Se ninguém ver um copo na sua mão, podem até chamá-lo de espontâneo. Sorrisos delicados, ouvidos desentupidos de onde as palavras saem com facilidade, boca desmedida cheia de comida - não mais. Ou nem tanto mais.

Devido à crise financeira o peru de natal pode ter se transformado em um frango de natal. Ou pernil. Devido à crise de todos, pode ocorrer uma inibição. Mas se não houver uma crise pessoal forte o bastante, pode-se perceber com os comentários como aquele é estudioso, como todos são educadíssimos, bem sucedidos e bons com a sociedade, como são charmosos e glamourosos.

E o outro lado da trincheira, que não gosta de se exibir ou fingir desse modo, fica apenas calado com um sorriso no rosto. Não é um sorriso de auto-comiseração. É um sorriso de "eu sei que você não é assim o tempo inteiro" que o outro lado não entende pelas frutas secas que lhe tapam a visão.

domingo, 28 de setembro de 2008

O dia que eu virei uma acne

No meio do dia aparece um pontinho no rosto. Ele fica lá, mansinho, até você percebê-lo. Depois que você o percebe, ele se alimenta de sua expectativa dele não crescer e cresce. Cresce e você sente que de repente o rosto transforma-se em uma manteiga enorme. Com sal.
Aquilo vai crescendo até que você vira apenas aquilo. Sim, ao invés de uma barata você vira uma espinha. E todos te olham na rua.
Tentei entrar no ônibus, mas era redonda e inchada demais para conseguir. Daí fui rolando pela rua até minha casa. Todos achavam estranho uma espinha gigante por aí e reagiam das mais diferentes formas, principalmente fingindo que não está olhando. Sim, porque sempre que uma pessoa não aparenta ser de uma maioria a gente não olha para ela. Afinal, olhar é constrangedor pra você e pro outro.

Com muito esforço, cheguei em casa. E não era mais uma espinha. Acordo do delírio e percebo que foi tudo um surto exagerado adolescente vindo de um projeto de adulto desacostumado com tais mazelas.

sábado, 6 de setembro de 2008

Não quero fazer nada, manhê!

É triste.
Chove e a vontade de fazer algo é nula. Nem dormir vale. Como sempre fazemos alguma coisa o incômodo é ainda maior.

E escrever em um blog não melhora isso.

domingo, 3 de agosto de 2008

Caderno de anotações

Fofoca e o corretor de imóveis.
"- Não sei se é surfista ou skatista com esse bermudão.
- Deve ser sapatão"
Trombando a trombada tromba, ô trocadilho infeliz.

As garotas do shopping que discutem uma briga que aconteceu graças a uma camiseta na foto do fulano no perfil do orkut.
A mulher vende uns passarinhos de pelúcia que ficam piando.
A mulher fica piando o passarinho no ouvido.

Ônibus, trabalho, dormir, ônibus trabalho, dormir.
Shopping. Desejos consumistas.
Dois dias sem ver a luz do sol. É verdade, acredite.

Ela ainda tá piando o passarinho no ouvido.
Angeli em crise.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Transição Lady Di - Lady Murphy

Um dia, esplendor. No outro... é melhor nem comentar.

Não me chamem de pessimista, mas a transição Lady Di - Lady Murphy acontece com freqüência entre os pobres mortais. Mil e uma oportunidades aparecem, tudo que você desejava parece dar certo. Cuidado, você pode sofrer essa metamorfose e se tornar a Lady Murphy em pessoa.

O glamour, esplendor, auto-estima e vontade de ajudar o próximo são sintomas do período Lady Di. A situação crítica anterior se desfaz em segundos, mil portas começam a virar a chave na fechadura, prontas para abrir, e você brilha como o mais feliz e otimista ser humano.


Gloria in excelsis Deo!


Quando a situação muda, você é o próximo que precisa ser ajudado.
Sim, a vida é dura, viva a rapadura (sim, já ouvi essa expressão. Infelizmente.), mas transição Lady Di-Lady Murphy costuma ocorrer rapidamente e dependendo de sua intensidade e grau pode causar atitudes não muito corriqueiras:

- ter vontade de discutir com um monge sobre existencialismo;
- brigar com algum ativista vegetariano na rua;
- conversar sobre políticas públicas com uma pessoa que tenta te vender uma revista de algum projeto da Secretaria da Cultura;
- visitas à seção de auto-ajuda na livraria.

Nesse último tópico ocorre também, em casos mais graves, o sumiço de livros de auto-ajuda em casas de amigos. Daqueles que você teria vergonha de comprar e você vê em cima de alguma mesa ou cômoda enquanto seu amigo está no banheiro.

Quando isso acontece e a pessoa sofredora da transição Lady Di-Lady Murphy vê algum livro sobre a Lei de Murphy, ela tem consciência e obtém seu próprio diagnóstico: ela virou uma Lady Murphy.


Eu sou eu, nicuri é o diabo.

terça-feira, 27 de maio de 2008

O menininho que gostava de escrever

Era uma vez um garotinho, de uns 10 anos, gostava de escrever livrinhos em casa e tinha como própria editora as suas mãos. Ele nunca tinha ouvido falar em Guimarães Rosa, tinha uma pequena noção de quem era Dom Quixote e nem imaginava que existiam algumas pessoas como Paulo Leminski.

Um belo dia, estudioso e cdf como ele só, recebeu um belo 5 em redação. A professora dizia "10 é só pra Deus". Mas e um 8 pelo menos? Estava tão bonitinha sua estorinha...
A editora do sonho fechou as portas por falência. Falência de liberdade e prazer, ocasionada pelo excesso de dívidas consigo mesmo e perfeccionismo. Os livrinhos foram pra fogueira, pois era censurado escrever daquela forma.
O que antes era apenas prazeroso, tornou uma obrigação aliada aos mais altos escalões das artes e filosofias, com uma situação delicada entre criatividade, influência e plágio. Por isso não gostava mais das coisas que fazia.

Nem uma criança com menos de 10 anos podia ter formas de expressões consideradas medíocres pela crítica.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Os Golfinhos

Dizem por aí que os golfinhos são um dos únicos animais, além dos humanos, que realizam a cópula também por prazer e não só procriação.
E os casais vão ao mar para ver os golfinhos pulando. No carnaval. E realizando a cópula por prazer.
Seria preferível a rua ou o salão no clima do "vou beijar-te agora, não me leve a mal"?

Pelo menos não suja o mar.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Impotência Vidal

Alguns acreditam que pode-se realizar tudo. Realmente pode, se não existisse a impotência vidal. Vital não, vidal mesmo. Impotência em relação às coisas da vida.

A impotência vidal é um caso clínico ocorrente na humanidade. Provoca dor de cabeça e inconformismo. As causas são as mais variadas: falso ócio [em breve um explanação sobre isso será feita], casos que não podemos resolver em geral, como pessoas que não nos ouvem e não estão sob nosso controle, obrigações que nos fazem ter saudade da bagunça já no dia seguinte, fuçar virtualidades alheias, escutar músicas deprimentes e antigas.
Ignorar a impotência vidal pode acarretar em uma história bonita ou em um desastre mesmo.




E o blog que lê-se com frequência nem atualiza pra distrair.